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Você está navegando nos arquivos do Blog do Prof. Robson Soares Silva – Notícias e Dicas de TI de setembro, 2010.

set

28

Oracle melhora Java

By Robson Soares

Executivos da companhia conhecem o valor dos aplicativos escritos nesta linguagem de programação sobre concorrentes como SAP

A Oracle continuará a a entregar melhoras para o Kit de Desenvolvimento Java (JVM, da sigla em inglês), um componente-chave para os programadores, e manterá os códigos JDK e Java Virtual Machine disponíveis em open source. A informação foi dada pelo vice-presidente executivo de desenvolvimento de produtos da companhia, Thomas Kurian, logo após o fim da Oracle OpenWorld, em 20 de setembro.
A suite E-Business, Fusion middleware e a reedição do Fusion são fortemente amparados pelo Java. Executivos da companhia conhecem o valor dos aplicativos escritos nessa linguagem de programação sobre concorrentes como SAP e outros escritos em propriedade Abap.

“Queremos ser transparentes sobre a evolução do Java”, disse. A empresa irá fazer uma nova engenharia do Java Virtual Machine em uma construção modular, de forma que suas partes possam ser revisadas ou melhorada sem afetar as demais.
A modularidade também vai permitir uma maior facilidade na montagem de um JVM, que é adequado para a tarefa, e se é necessário para executar um aplicativo em um netbook pequeno ou um servidor de 32 CPU.

Kurian disse que os desenvolvedores vão montar “um subsistema modular em um JVM que as escalas de um notebook de baixo custo para servidores high end” de um conjunto de peças. “Não há necessidade de um monte de versões”, acrescentou.
Melhores funções
A Oracle está adotando as melhores funções das máquinas virtuais JRockit BEA Systems, parte do seu Fusion middleware, na nova versão do JVM. Estará incluso o console de administração MissionControl, que cria uma imagem visual da eficácia da coleta de lixo do Java. Também aponta a performance de linguagem e analisa as causas de lentidão e latência.
A Sun Microsystems, agora parte da Oracle, produziu uma versão móvel do JVM para dispositivos de mao e as capacidades do Java também serão expandidos para rodar scripts em linguagens dinâmicas, disse.
O JVM tem o intuito de melhorar a capacidade produtiva do programadas. E ambas a linguagem e máquinas virtual serão otimizadas para tirar vantagem dos novos processadores. Um deles é o Sparc T3, chip de 16 núcleos, que deve estar disponível até o fim do ano. O vice-presidente sênior de hardware da empresa, John Fowler, evitou cravar uma data, mas é bom lembrar que a rival Intel está atualmente em sua Xeon 7500 e 7600 a geração de chips com oito núcleos.

por Charles Badcock (InformationWeek)

Fonte: itWeb

set

28

Java ME X Android

By Robson Soares

Em artigo, Ricardo da Silva Ogliari fala sobre benefícios e problemas de cada um.  Como resolver a dúvida entre o velho paradigma com uma massa enorme de aparelhos; ou o novo paradigma, que cresce sem parar, mas ainda não apresenta uma garantia de rentabilidade e base sólida? Estou falando da questão que envolve Java ME e Android.

A plataforma criada pela Sun Microsystems sempre teve como grande aliada a massificação dos telefones celulares, principalmente da finlandesa Nokia. Em 2009, existiam 4,6 bilhões de telefones celulares no mundo (Fonte: UIT e Wireless Intelligence). Destes, a grande maioria possui uma JVM (Java Virtual Machine). Porém, a principal fabricante desse tipo de aparelho, a Nokia, está em queda constante há vários meses. Segundo o Gartner, a participação de mercado da empresa caiu de 38,6% para 35% de 2008 para o primeiro trimestre de 2010.

Somado a isso, a venda de smartphones cresce vigorosamente. Em recente estudo, o Gartner informou que a venda desses dispositivos aumentou 50% em todo o mundo. Na grande maioria dos casos, os sistemas operacionais que equipam essa nova leva de plataformas são o iPhone, Android ou BlackBerry OS, sendo que o Java ME tem pouquíssimo espaço nesse mercado. E por que o Android? Simplesmente porque apresenta as maiores taxas de crescimento desde o ano passado. Segundo a mesma pesquisa citada, o SO da Google alcançou a marca de 10 milhões de unidades vendidas, superando em muito o número de 756 aparelhos do ano passado.

Nos EUA, por exemplo, as vendas de smartphones Android superou os da plataforma BlackBerry no segundo trimestre desse ano. Lembrando que o iPhone também já tinha sido batido em vendas no mesmo país. Todo esse cenário de números e estatísticas pode levar as empresas e programadores de serviços mobile a pensar: o foco é o Android, vamos investir nessa plataforma. Porém, onde fica toda a base já instalada de aparelhos java-enabled?

Existe outro dilema: as classes C, D e E, dominantes no Brasil, consomem na sua maioria aparelhos que possuem Java e não Android, iOS ou RIM. Em contrapartida, os maiores consumidores de aplicativos mobile e da internet móvel pertencem às classes A e B, mais suscetíveis à tríade apresentada há pouco.

Qual a resposta? Tudo vai depender do foco de seu serviço e de seu público alvo. Seu cliente exige que o seu aplicativo funcione na grande maioria dos dispositivos presentes no mercado hoje? Java ME. Seu cliente está pedindo um serviço de logística específico para uma empresa que possui apenas iPhone? Use o iOS. Seu cliente quer passar uma imagem de pioneirismo e está sempre atento ao mercado e seus números? Sugira o desenvolvimento para Android. Seu cliente quer um jogo específico para uma plataforma? Perfeito, você já teu seu mercado-alvo. Resumindo, não existe uma resposta mágica, não existe um padrão e uma plataforma a ser seguida – tudo vai depender do que você estiver criando ou do que o seu cliente está exigindo.

*Ricardo da Silva Ogliari é analista de Sistemas Mobile da Navita

Fonte: itWeb

set

15

Ubunteiros

By Robson Soares

Olha esta notícia que bacana sobre usuários do Ubuntu:

http://oglobo.globo.com/blogs/cat/post.asp?cx=0&cod_post=323153#

Abraço a todos

Robson