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Você está navegando nos arquivos do Blog do Prof. Robson Soares Silva – Notícias e Dicas de TI de novembro, 2009.

nov

24

Conceito e uso de tablespace no Oracle 10g e 11g

By Robson Soares

Neste post coloco algumas dicas e exemplos de como utilizar tablespace no Oracle, que usei em algumas aulas minhas.

images05

Definição de tablespace – Uma tablespace é uma unidade lógica de armazenamento dentro de um banco de dados Oracle.

Criação de Tablespace

create tablespace tbs_tabelas
DATAFILE ‘c:\util\oraclexe\oradata\ex\tabelas_atendimento.dbf
size 1m autoextend on next 1280k maxsize unlimited

Instrução processada.
0,39 segundos

Verificar todas as table_name que temos

select table_name, tablespace_name from user_tables

Mover uma tabela de tablespace

alter table carro move tablespace tbs_tabelas

Tabela alterada.
0,10 segundos

Criar um indice pelo campo valor para a tabela carro

create index idx_valor_carro on carro(valor) tablespace tbs_indices

criar a tablespace tbs_indices

create tablespace tbs_indices
DATAFILE ‘C:\util\oraclexe\oradata\XE\indices_atendimento.dbf’
size 1m autoextend on next 1280k maxsize unlimited

Instrução processada.
0,33 segundos

criando index para a tabela tbs_indices

create index idx_valor_carro on carro(valor) tablespace tbs_indices;

Índice criado.
0,07 segundos

tabelas de user indices

select * from user_indexes;

Criando uma tabela e vinculando a mesma a uma tablespace

create table cliente(
codigo_cliente integer not null,
nome_cliente varchar(60) not null,
constraint cliente_pk primary key(codigo_cliente)
) tablespace tbs_tabelas;

Tabela criada.
0,08 segundos

nov

18

Meu primeiro jogo em JME

By Robson Soares

Olá pessoal,

Este post é sobre o início da construção de um Jogo JME para dispositivos móveis. Vai mostrar na execução um lutador fazendo movimentos básicos de socos e chutes.

A imagem (Sprite) que utilizei é:

lutador3

A estrutura do primeiro jogo em JME.

O código da MIDletPrincipal é:


import javax.microedition.lcdui.Display;
import javax.microedition.midlet.MIDlet;
import javax.microedition.midlet.MIDletStateChangeException;


public class MIDletPrincipal extends MIDlet {

  Display display;
  Jogo meujogo;
  
  public MIDletPrincipal() {

  }

  protected void destroyApp(boolean arg0throws MIDletStateChangeException {

  }

  protected void pauseApp() {

    
  }

  protected void startApp() throws MIDletStateChangeException {
    display = Display.getDisplay(this);
    meujogo = new Jogo();
    
    display.setCurrent(meujogo);
    meujogo.inicia();

  }

}

A outra classe é:


import java.io.IOException;

import javax.microedition.lcdui.Canvas;
import javax.microedition.lcdui.Graphics;
import javax.microedition.lcdui.Image;
import javax.microedition.lcdui.game.GameCanvas;
import javax.microedition.lcdui.game.Sprite;


public class Jogo extends GameCanvas implements Runnable {

  Sprite spritelutador;
  Image lutador;
  
  protected Jogo() {
    super(true);

  }

  public void paint(Graphics arg0) {
    
    
    try {
      // lutador = Image.createImage("/lutador4.PNG");
      // lutador4.PNG 900 x 188 pixels
      lutador = Image.createImage("/lutador3.png");
      // lutador4.PNG 468 x 98 pixels

    catch (IOException e) {
      // TODO Auto-generated catch block
      e.printStackTrace();
    }

    // Lutador Maior
    // spritelutador = new Sprite(lutador, 150, 188 );
    spritelutador = new Sprite(lutador, 7898);
    
    spritelutador.setFrame(0);
    spritelutador.setPosition(205);
    spritelutador.paint(arg0);
  }
  
  public void inicia(){
    Thread t = new Thread(this);
    t.start();
  }

  public void run() {
    
    Graphics g = getGraphics();
    //int contador = 0;
    
    while(true){
    spritelutador.nextFrame();
    
    //spritelutador.setFrame(contador++);
    //if (contador == 6)
    //  contador = 0;
    
    spritelutador.paint(g);

    flushGraphics();
    
    try {
      Thread.sleep(1000);
    catch (InterruptedException e) {
      e.printStackTrace();
    }
    }
  }
}

Pronto!!! Agora quero ver o resultado das próximas versões. Se alguém que pegar esta versão melhorá-la, me envia um email que coloco um novo post com a nova versão e referencio o nome do desenvolvedor. É um desafio heim….

Grande abraço a todos

Robson

nov

15

Smartphone Dell Mini 3i com Android no Brasil

By Robson Soares

O primeiro smartphone da Dell aterrisará em terras tupiniquins até o Natal. A China também estreará o debute da Dell no mercado da telefonia móvel.

dell-mini-3i1

Junto com a China Mobile, a Claro será a primeira operadora a oferecer o Mini 3i, que segundo o representante da Dell no Brasil, deve chegar às lojas brasileiras até o natal. O dispositivo com tela sensível ao toque de 3,5 polegadas, vem equipado com sistema operacional Android. A versão que será vendida no Brasil, por enquanto, será a única com tecnologia 3G.

O anúncio se dá exatamente uma semana depois da visita do presidente da empresa, Michael Dell, ao Brasil. De acordo com o comunicado oficial da companhia, o crescimento do mercado móvel nos dois países e o fato de, junto com Rússia e Índia, formarem o BRIC (grupo dos principais países emergentes do mundo) favoreceram a escolha da empresa para lançar seu novo produto.

O celular, que foi homologado pela Agência Nacional de Telecomuicações (Anatel) em 30 de outubro, deve chegar antes das compras do Natal. Mas, Dell e Claro ainda não divulgaram o preço do smartphone Mini 3i.

Referência: Info Abril

nov

6

Javaneiros 2009

By Robson Soares

Olá pessoal,

Este post é para convidar a todos para participar do Javaneiros 2009. Com este tipo de evento nossa região só tem a crescer e assim termos o benefício de ter contato com todos os profissionais da área de TI e alguns com experiência internacional. É um evento produzido pelo JUGMS que é um grupo extremamente trabalhador e produtivo, que tenho a satisfação de estar participando.

A 2ª edição do Javaneiros (www.javaneiros.com.br), um dos maiores eventos de Java da região Centro-Oeste, é promovido pelo JUGMS – Java User Group Mato Grosso do Sul (www.jugms.com.br).

Este evento será realizado no dia 14 de Novembro de 2009, no campus da UNAES em Campo Grande-MS, e tratará de assuntos relacionados a tecnologia Java e ao desenvolvimento de software.

O Javaneiros é um evento sem fins lucrativos que tem como principal objetivo compartilhar conhecimento com acadêmicos, professores, desenvolvedores, arquitetos, gerentes e entusiastas de TI.

O evento terá uma abordagem dinâmica e motivadora. Terá duas trilhas de palestras, com apresentações rápidas, demonstrações práticas e casos de sucesso. Este ano o evento contará com a presença de alguns palestrantes de renome mundial como Michael Nascimento e Edgar Silva.

Edgar Silva irá falar sobre a implementação de SOA na sua empresa com soluções Opensource e Java

Biografia dos palestrantes

Edgar A. Silva trabalha na JBoss, a division of Red Hat, onde é responsável por tecnologias e pré-vendas de JBoss na Red Hat Brasil. Desde 1998 atua com Java e Objetos Distribuídos e aplicações Web, trabalhou em vários dos mais desafiantes projetos corporativos envolvendo Java no Brasil, principalmente os de áreas de finanças, governo, varejo e telecom, envolvido com Boas Práticas em Arquiteturas e Desenvolvimento de Componentes de Middleware . Palestrou nos maiores eventos de tecnologia no Brasil como FISL, Comdex, JustJava, BrasilOne, CaféBrasil, BorCon, Sun TechDays, e no JavaOne e Java.Net Corner nos EUA. Edgar possui inúmeras certificações de tecnologia Java de vários fornecedores entre elas Sun Certified Enterprise Architect for Java. Blog www.edgarsilva.com.br

Michael Nascimento Santos , também conhecido como Mister-M. Michael é desenvolvedor Java há mais de 8 anos e possui 12 anos de experiência na área. É o Community Manager da comunidade JSR além de participar ativamente em 3 Expert Groups: JSR-207 (PD4J) , JSR-250 (Common Annotations) e JSR-270 (Mustang). É co-fundador do SouJava e colabora com vários projetos open-source, como Thinlet, ThinNB, AspectWerkz e genesis. Foi palestrante em vários eventos, incluindo JavaOne, JustJava, Abaporu, FISL, COMDEX Brasil, BrasilOne. Blog blog.michaelnascimento.com.br

nov

3

Por que TI Verde?

By Robson Soares

A preocupação com economia de energia e corte de gastos sempre existiu dentro das empresas.

green-recycle-img_big1

No caso da TI, a preocupação é ainda maior, já que os data centers costumam ser os maiores sugadores da energia elétrica de uma companhia. Só para se ter uma idéia, num banco, por exemplo, a energia que a TI utiliza pode chegar a quase metade de todo consumo da instituição.

Agora, as questões ambientais e o aquecimento global entraram na pauta do mundo corporativo. E a necessidade de reduzir o consumo energético da TI ganhou nova embalagem e recebeu o nome de TI Verde.

Uma pesquisa do site americano CIO Insight com 147 executivos, apontou as principais razões que motivam os profissionais e suas empresas a lançarem iniciativas verdes. Para 74% deles a razão número um para ser verde é a consciência ambiental. Em seguida aparece a necessidade de cortar custos, citada por 73% dos profissionais. Em seguida apareceram os benefícios para a imagem da empresa (64%), as determinações legais (25%) e a pressão dos acionistas e da opinião pública (14%).

Novidade ou não, o que se vê é que a onda verde que tem invadido o mundo S/A é muito bem-vinda e, não só deve, como está sendo aproveitada por quem dá as cartas da tecnologia das empresas.

Referência: Software Livre

nov

3

Apoio do Departamento de Defesa dos EUA ao uso do open source

By Robson Soares

Organização informa que softwares de código aberto são tão importantes quanto softwares comerciais e devem ser considerados em decisões de compras.

O Departamento de Defesa norte-americano afirmou sua posição em relação a softwares de código aberto, dizendo que a categoria open source é equivalente aos softwares comerciais em quase todos os casos e que deve, por lei, ser considerada pela agência na decisão de qualquer compra tecnológica.

O memorando, divulgado na quinta-feira (29/10), não foi uma declaração política, mas sim uma clarificação sobre o apoio ao uso de software open source (OSS) pela instituição.

O Departamento de Defesa afirmou que o OSS se encaixa na definição de “software de computador comercial” e que as agências executivas devem incluir essa categoria quando avaliar programas necessários para a corporação.

Entre as informações, a organização apontou uma lista de aspectos positivos do open source. Também foi feita uma distinção em relação aos softwares livres e software de código aberto, algo que já havia criado confusões anteriormente.

Desenvolvido em frente à Administração Obama, o memorando define OSS como “software que tem seu código fonte disponível para utilização, estudo, reutilização, modificação, melhora e redistribuição por parte dos usuários”.

Disputa
No mesmo dia, o Conselho da Cidade de Los Angeles decidiu, por votação, adotar o sistema de aplicativos da web Google Apps para substituir os serviços antigos de e-mail e internet do governo, da Microsoft. A decisão foi importante na disputa entre softwares de código aberto e comerciais, segundo um post em um blog da Microsoft.

O pacote Google Apps inclui os serviços Gmail, para e-mail, e Google Docs, pacote de softwares online de escritório. A maior parte dos dados de e-mail de Los Angeles será armazenada nos data centers do Google, ao invés de computadores e servidores locais.

Referência: computerworld

nov

3

TI Verde: muitos benefícios para nossas vidas e oportunidades de negócios

By Robson Soares

O meu interesse sobre TI verde começou quando conheci Carlos Alberto Garcia Neto, e ele deu uma palestra na UNIDERP sobre TI verde e esclareceu a importância deste assunto.

Assim já pensei em criar uma categoria no blog sobre TI verde e começar a contribuir no mínimo com notícias e dicas sobre uma preocupação maior sobre o impacto da tecnologia no meio ambiente e também a quantidade de novas oportunidades que existem com esse tema.

Vamos nos preocupar mais com nosso planeta, e nós da área de tecnologia podemos ajudar e muito. Preocupe-se se os materiais que vc usa na sua empresa são de empresas que se preocupam com o meio ambiente, que as madeiras que vc usa em seus móveis não são oriundas de áreas desmatadas, fazendo isso vc pode estar ajudando muito o nosso planeta, mais do que vc imagina.

green-recycle-img_big

Segundo Luciano Fuza, a TI Verde ou a computação verde é o estudo e a prática da utilização eficiente dos recursos computacionais. O principal objetivo deste programa é baseado em três linhas básicas, um espectro expandido de valores e critérios de medição organizacional (e sociais) de sucesso.

Os objetivos são semelhantes aos da química verde, reduzir o uso de materiais perigosos, maximizar a eficiência energética durante a vida útil do produto, e promover a reciclagem ou biodegradabilidade dos produtos e com uma política de zero resíduos.

Modernos sistemas de TI dependem de uma complexa mistura de pessoas, redes e hardware, como tal, a computação verde deve ter uma iniciativa de natureza sistêmica e abordar os problemas cada vez mais sofisticados. Elementos de uma solução podem incluir itens como a satisfação do usuário final, reestruturação de gestão, o cumprimento regulamentar, disposição de resíduos eletrônicos, tele trabalho, virtualização do servidor de recursos, a utilização de energia, soluções thin client e retorno sobre investimento (ROI).

Hoje vemos grandes empresas como a Microsoft, Cisco e a IBM com cargos importantes de executivos Verdes. A própria intel possui produtos focados na computação verde onde o a redução de consumo é a palavra chave e isso sem perder em desempenho.

Origens:
Em 1992, a agência de proteção ambiental americano lançou o Energy Star, um programa voluntário que foi concebido para reconhecer e promover a eficiência energética em monitores, equipamento de controle climático e outras tecnologias. Isto resultou na adoção generalizada de modo hibernar entre os eletro eletrônicos.

O termo “computação verde” foi cunhado provavelmente pouco depois do programa Energy Star começar, em 1992, antes da internet existia a USENET onde se podia encontrar o termo em vários lugares.

Paralelamente, o organização sueca de desenvolvimento TCO, lançou o programa de Certificação TCO para promover baixa emissão elétrico e magnético provenientes de monitores CRT; esse programa foi posteriormente expandido para incluir critérios sobre o consumo de energia, ergonomia, bem como a utilização de materiais perigosos na construção.