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Equipes de Ponta Porã da UFMS e IFMS fizeram bonito no I Encontro de Robótica do MS

By Robson Soares

Olá pessoal,

As equipes de Ponta Porã foram super bem na competição do I Encontro de Robótica de MS. O Laboratório de Robótica da UFMS/CPPP (LaRPP) possui um grupo de pesquisa que desenvolve para estes robôs. Saimos daqui na sexta-feira a tarde (15:00) e participamos do evento no sábado o dia todo e no domingo pela parte da manhã. Retornamos para Ponta Porã com os alunos no domingo a tarde e chegamos em Ponta Porã às 18:00

A consagração final veio no domingo com o último robô da equipe da UFMS de Ponta Porã fazendo o trajeto completo sem praticamente nenhum erro e o salvamento da vítima de forma perfeita, o público presente vibrou junto com toda a equipe, foi muito bacana.

Foi um ótimo evento com excelentes palestrantes e a competição que durou o sábado a tarde e o domingo de manhã. Os alunos do IFMS de Ponta Porã também foram muito bem e dedicaram muito em toda a competição.

Tirei foto com o palestrante Wagner Tanaka Botelho que trabalha com robótica na construção de uma cadeira que alterna entre rodas e pernas automaticamente de acordo com o plano em que se encontra.

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UFMS Campus de Ponta Porã – Treinamento no Laboratório de Robótica dos alunos de Computação e Sistemas

By Robson Soares

Estas últimas semanas foram intensas para os alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação da UFMS CPPP, onde os alunos ficaram desenvolvendo rotinas para os robôs para a Competição do I Encontro de Robótica de MS.

Algumas fotos dos alunos juntos comigo e com o Prof. Amaury (Diretor do Campus de Ponta Porã).

Vídeo

Testes com o Robô

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Pesquisa de Robótica com LEGO Mindstorms NXT na UFMS do Campus de Ponta Porã

By Robson Soares

O LEGO Mindstorms NXT é um conjunto de componentes que permite desenvolver robôs de diversas formas. O Laboratório de Robótica da UFMS/CPPP (LaRPP) possui um grupo de pesquisa que desenvolve para estes robôs. O LaRPP é um espaço criado no CPPP para estudo e o desenvolvimento de atividades, projetos e pesquisas relacionados à robótica. O laboratório é mantido pelo Projeto Pet da Fronteira coordenado pelo Prof. Amaury. Estou trabalhando no laboratório também com o desenvolvimento para os mesmos.

A programação para este robô é usando a linguagem NXC. Programar em NXC consiste em tarefas. Nosso programa só possui uma tarefa, chamada de main. Cada programa precisa ter uma tarefa chamada main que é a que será executada pelo robô. Você aprenderá mais sobre tarefas no Capítulo VI. Uma tarefa consiste de um número de comandos, também chamados de statements. Existem chaves { } antes e depois dos statements para deixar claro que todos eles pertencem a uma respectiva tarefa. Cada statement termina com um ponto e vírgula. Dessa forma fica claro onde cada comando termina e onde o próximo comando começa.

Um exemplo de código usando NXC é mostrado a seguir:

task main()
{
OnFwd(OUT_A, 75);
OnFwd(OUT_C, 75);
Wait(4000);
OnRev(OUT_AC, 75);
Wait(4000);
Off(OUT_AC);
}

Abraço a todos

Prof. Robson

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Aplicação de Vant na agricultura será apresentada em evento internacional

By Robson Soares

Robótica na Agricultura

No site da CNPQ foi divulgado que o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Sistemas Embarcados Críticos (INCT-SEC) reúne pesquisadores da área de SEC, que atuam principalmente com temas como robôs táticos, veículos terrestres, aquáticos e subaquáticos autônomos e aéreos não tripulados (VANTs).

Vant é o tema do artigo The use of Unmanned Aerial Vehicles and Wireless Sensor Network in Agricultural Applications a ser apresentado pelo mestrando Fausto Guzzo da Costa no 32º International Geoscience and Remote Sensing Symposium (Igarss), que ocorre de 22 a 27 de julho próximo, em Munique, na Alemanha.

Costa é aluno do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, no interior do estado, e é orientado pelo professor Jó Ueyama, ambos integrantes do INCT-SEC.

O artigo trata do uso de Vant para aplicação de defensivos químicos em lavouras, com o principal objetivo de diminuir a quantidade aplicada em locais sensíveis, como margens do terreno, próximos à fauna e à flora.

Segundo Costa, “como essa aplicação depende de muitos fatores ambientais, como o vento, é proposta a instalação de nós de sensores capazes de formar uma rede de sensores sem fio (RSSF) com o Vant, permitindo a troca de informações”. Isso possibilita à aeronave determinar a melhor rota de aplicação de defensivos químicos, aumentando sua eficiência.

Além disso, para continuidade do projeto, foi adquirido, desde janeiro, um quadcóptero, helicóptero não tripulado. Movido por quatro hélices, o veículo pode ser acionado pelo próprio computador e pilotado por controle remoto. O intuito é que ele sirva como um roteador entre o Vant e os sensores que se encontram em solo. “Como o Vant passa em uma boa velocidade, os sensores no solo necessitam de um repetidor que funcione como uma “ponte” entre eles (sensores) e os VANTs”, afirma o professor Ueyama.

O quadcóptero tem tempo de voo em torno de 30 minutos, carga máxima de 400 gramas e sensores de altitude e GPS. Além disso, contém suporte para uma câmera fotográfica, o que permite realizar outras missões, como gravações mais direcionadas, ao ficar fixo em uma determinada localização.

Evento – Além de Costa e Ueyama são autores do artigo o professor Fernando Osório e o aluno de doutorado Gustavo Pessin, também do ICMC e INCT-SEC; Torsten Braun, professor e diretor do Instituto de Ciências Computacionais na Faculdade de Berna, Suíça; e a professora Patricia Vargas, da Escola de Matemática e Ciências de Computação da Universidade Heriot-Watt, Edinburgh, Escócia, orientadora do doutorado Sanduiche de Pessin.

Costa ressalta que a participação no simpósio é uma possibilidade de “visualizar os últimos desenvolvimentos na área, identificar tendências futuras, trocar ideias e fazer contatos com pesquisadores de âmbito internacional”. Ueyama diz que, “por ser um evento qualificado, o aluno terá a oportunidade de receber feedbacks do andamento de sua pesquisa para que possa efetuar ajustes e também ajudará na internacionalização dos alunos da USP, além de divulgar os trabalhos realizados pelo próprio INCT-SEC”.

Referente à colaboração do Instituto para o desenvolvimento do trabalho, o professor menciona que, além do auxílio financeiro para a participação no evento, o INCT-SEC também foi fundamental para a interação do aluno com outros pesquisadores da área.

O quadcóptero foi adquirido pelo Projeto Universal do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e foi importado via Programa Ciência Importa Fácil do qual Ueyama é credenciado. (Com Ascom do INCT-SEC).

Fonte: CNPQ